sábado, 18 de maio de 2013

Segurança na operação de tubulações

13.6.2.     Segurança na operação de tubulações

13.6.2.1.    Os dispositivos de indicação de pressão da tubulação devem ser mantidos em boas condições operacionais.

13.6.2.2.    Poderá ocorrer a neutralização provisória nos instrumentos e controles, desde que não impactem na segurança operacional, estejam previstos nos procedimentos formais de operação e manutenção ou com justificativa formalmente documentada, com prévia análise técnica e respectivas medidas de contingência para mitigação dos riscos, elaborada por PH.

13.6.2.3.    As tubulações e sistemas de tubulação devem ser rastreáveis segundo padronização formalmente instituída pelo estabelecimento, e sinalizadas conforme a NR-26.

13.6.3.     Inspeção Periódica de Tubulações

13.6.3.1.    As tubulações devem ser submetidas a inspeções periódicas.

13.6.3.2.    Os intervalos de inspeção das tubulações devem atender aos prazos máximos da inspeção interna do vaso ou caldeira mais crítica a elas interligadas, podendo ser ampliados pelo programa de inspeção elaborado por PH, fundamentado tecnicamente com base em mecanismo de danos e na criticidade do sistema, contendo os intervalos entre estas e os exames que as compõe, desde que essa ampliação não ultrapasse o intervalo máximo de 100% sobre o prazo da inspeção interna, limitada a 10 anos.

13.6.3.3.    Os intervalos de inspeção periódica da tubulação não poderão exceder os prazos estabelecidos em seu programa de inspeção, consideradas as tolerâncias permitidas para as empresas com SPIE.

13.6.3.4.    O programa de inspeção poderá ser elaborado por tubulação, linha ou por sistema, a critério de PH e, no caso de programação por sistema, o intervalo a ser adotado deve ser correspondente ao da sua linha mais crítica.

13.6.3.5.    As inspeções periódicas das tubulações devem ser constituídas de exames e análises definidas por PH, que permitam uma avaliação da sua integridade física de acordo com normas e códigos aplicáveis,

13.6.3.5.1.    No caso de risco à saúde e integridade física dos trabalhadores envolvidos na execução da inspeção, a linha deve ser retirada de operação.

13.6.3.6.    Deve ser realizada inspeção extraordinária nas seguintes situações:
a)    sempre que a tubulação for danificada por acidente ou outra ocorrência que comprometa a segurança dos trabalhadores;
b)    quando a tubulação for submetida a reparo provisório ou alterações significativas, capazes de alterar sua capacidade de contenção de fluído;
c)    antes da tubulação ser recolocada em funcionamento, quando permanecer inativa por mais de 24 (vinte e quatro) meses.

13.6.3.7.    A inspeção periódica de tubulações deve ser executada sob a responsabilidade técnica de PH.

13.6.3.8.    Após a inspeção de cada tubulação, sistema de tubulação ou linha, em até 90 (noventa) dias, deve ser emitido um relatório de inspeção, com páginas numeradas, que passa a fazer parte da sua documentação, que deve conter no mínimo:
a)    identificação da(s) linha(s) ou sistema de tubulação;
b)    fluidos de serviço da tubulação, e respectivas temperatura e pressão de operação ;
c)    data de início e término da inspeção
d)    tipo de inspeção executada;
e)    descrição dos exames executados;
f)    resultado das inspeções;
g)    parecer conclusivo quanto a integridade da tubulação até a próxima inspeção;
h)    recomendações e providências necessárias;
i)    data prevista para a próxima inspeção;
j)    nome legível, assinatura e número do registro no conselho profissional do PH;
k)    nome legível e assinatura dos técnicos que participaram da inspeção.

13.6.3.9.    As recomendações decorrentes da inspeção devem ser implementadas pelo empregador, com a determinação de prazos e responsáveis pela sua execução.

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