segunda-feira, 20 de julho de 2009

EPILEPSIA

Epilepsia
É caracterizado por convulsões recorrentes
È um distúrbio elétrico nas células nervosas em uma seção do cérebro, fazendo com que elas emitam descargas elétricas anormais e descontroladas
Ela ocorre em 75% dos casos antes dos 20 anos de idade.
Tem aspecto hereditário, mas muitos tem causa desconhecida

É caracterizado por convulsões recorrentes.

È um distúrbio elétrico nas células nervosas em uma seção do cérebro, fazendo com que elas emitam descargas elétricas anormais e descontroladas
Ela ocorre em 75% dos casos antes dos 20 anos de idade.
Tem aspecto hereditário, mas muitos tem causa desconhecida

As mulheres tem uma necessidade de cuidado maior em relação a epilepsia, pois frequentemente notam um aumento na freqüência das convulsões durante o as menstruações; isso esta relacionado ao aumento nos hormônios sexuais que modificam a excitabilidade dos neurônios.

A eficácia dos contraceptivos é alterada por causa dos antiepilépticos

A crise convulsiva costuma ser um momento muito estressante. A primeira coisa que deve se ter em mente é que a maioria das crises dura menos que 5 minutos e que a mortalidade durante a crise é baixa. Assim, deve-se manter a calma para que se possa, efetivamente, ajudar a criança. Medidas protetoras que devem ser tomadas no momento da crise:

Deitar a pessoa (caso ela esteja de pé ou sentada), evitando quedas e traumas;
Remover objetos (tanto da pessoa quanto do chão), para evitar traumas;
Afrouxar roupas apertadas;
Proteger a cabeça da pessoa com a mão, roupa, travesseiro;
Lateralizar a cabeça para que a saliva escorra (evitando aspiração);
Limpar as secreções salivares, com um pano ou papel, para facilitar a respiração;
Observar se a pessoa consegue respirar;
Afastar os curiosos, dando espaço para a pessoa;
Reduzir estimulação sensorial (diminuir luz, evitar barulho);
Permitir que a pessoa descanse ou até mesmo durma após a crise;
Procurar assistência médica.

Se possível, após tomar as medidas acima, devem-se anotar os acontecimentos relacionados com a crise. Deve-se registrar:

Início da crise;
Duração da crise;
Eventos significativos anteriores à crise;
Se há incontinência urinária ou fecal (eliminação de fezes ou urina nas roupas);
Como são as contrações musculares;
Forma de término da crise;
Nível de consciência após a crise
O que não fazer durante a crise

Várias medidas erradas são comumente realizadas no socorro de uma criança com crise convulsiva. Não deve ser feito:

NÃO se deve imobilizar os membros (braços e pernas), deve-se deixá-los livres;

NÃO tentar "Pode puxa a língua" Isso evita a falta de ar.

NÃO dar banhos nem usar compressas com álcool caso haja febre pois há risco de afogamento ou lesão ocular pelo álcool;

NÃO medique, mesmo que tenha os medicamentos, na hora da crise, pela boca. Os reflexos não estão totalmente recuperados, e pode-se afogar ao engolir o comprimido e a água;

Se a convulsão for provocada por acidente ou atropelamento, não retire a pessoa do local, atenda-a e aguarde a chegada do socorro médico.
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